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03.01.2009

Destruição de armazém não afetará operação, diz Deicmar

As operações do Grupo Deicmar S.A. no Porto de Santos não serão afetadas pelo incêndio que, na última quarta-feira, destruiu um dos armazéns do terminal de exportação da empresa, no bairro Chico de Paula, na Cidade. A operadora irá avaliar os danos causados pelo fogo à instalação na próxima semana.

As chamas no galpão, de 5 mil metros quadrados, carregado com fardos de algodão, começaram na véspera de AnoNovo e só foram totalmente apagadas na manhã de ontem. Uma das possíveis causas do acidente seria a queda de fagulhas de fogos de artifícios sobre o material estocado. Não houve vítimas, embora a unidade tenha aproximadamente 50 profissionais registrados.

O Terminal de Exportação da Deicmar no Chico de Paula tem três galpões. Dois deles não foram atingidos pelas labaredas e funcionarão normalmente, garantiu a gerente-administrativa da operadora, Eliane Conrado. "Essa fatalidade atingiu um armazém apenas. Não vai provocar qualquer problema para a operação, tanto nesse terminal como no marítimo. As operações estão normais e continuam em pleno vigor".

A partir da próxima semana, a Deicmar começará a avaliar os prejuízos causados pelo incêndio. A empresa também aguarda o resultado da perícia que foi feita pela Polícia Científica, para saber a causa do acidente.

Ao final das avaliações, disse a gerente-administrativa, será analisado como recuperar a área destruída pelo fogo. "Só aí que vamos começar a rediscutir como ficará essa área, o que vamos fazer nela. Até agora, nossa preocupação foi garantir a contenção do fogo e a segurança das pessoas no entorno".

UNIDADES

A Deicmar administra três terminais na região. Além do instalado no Chico de Paula, há o do Cais do Saboó, no Porto de Santos, por onde a empresa escoa contêineres e veículos.

A outra unidade, seu centro logístico e industrial aduaneiro (Clia), fica na marginal da Via Anchieta, na entrada de Santos.